Este relato eu encontrei numa pastelaria, cujo nome no momento não recordo, mas que li, gostei e não resisto ao desejo de fazer com que chegue àqueles que nos favorecem com a sua paciência.
Foi ali que me deparei com a seguinte historieta:
“Dois loucos estavam tomando sol na beira da piscina do manicômio até que um deles se jogou na água e afundou.
Mais do que depressa, o seu amigo, num ato de legítimo heroísmo, pulou para salvá-lo.
No dia seguinte, o diretor do manicômio foi procurar o ‘louco-salva-vidas’, chamou-o e falou:
‘Meu rapaz, eu tenho duas notícias para lhe dar. Uma boa e outra ruim. A boa é que você, finalmente, vai ter alta. Você salvou uma vida e então nós concluímos que você já está curado.’
O louco, de sua parte, deu um sorriso em sinal de agradecimento.
‘E a notícia ruim é que o rapaz que você salvou ontem nós o acabamos de descobrir enforcado.’
E o louco, prontamente, interrompeu: ‘Não doutor, ele não se enforcou’.
‘Como não?’, redargüiu o diretor. ‘Nós o encontramos enforcado em seu próprio cinto, ainda agora pela manhã.’
‘Ah, sim’, respondeu o louco, sem esconder uma espécie de satisfação. ‘Mas fui eu que pendurei ele ali para secar!…’”
P.S. – Perdoe-me caro leitor, mas se não gostar, a culpa toda será da pastelaria… E acabei de lembrar, a casa chama-se “10 pastéis”. E seus produtos são bons…
Publicada no jornal “O Estado do Paraná”, 8/maio/2007
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