Trata-se de uma bebida universal. Conhecida nos quatro cantos do mundo e saboreada nas festas mais exclusivas. E tem nome: Veuve Clicquot. É, quiçá, a única bebida que mereceu ser contada em longo livro de circulação mundial. Nome do livro? A Viúva Clicquot. Autora, historiadora americana Tilar J. Mazzeo, 304 páginas, Editora Rocco, ao preço nacional de 39,90. Livraria que cobrar acima disso está ganhando demais. A narrativa consegue unir em suas páginas a saga de uma mulher, do champanhe e da Europa no período napoleônico.
Nota: aos 27 anos Barbe Nicole Clicquot Ponsardin tornou-se viúva de François e teve que assumir a vinícola da família. A esse tempo as únicas mulheres que podiam trabalhar para obter renda eram as viúvas. Barbe foi mais arrojada, fundou a casa de champanhe que se transformou na mais famosa do mundo: Veuve Clicquot. Foi a sua iniciativa que fez aparecer a mulher de negócios do século XXI. Ela foi quem fundou o espumante cristalino e de olho no futuro focou seu produto na rica burguesia que ascendia em seguida a Revolução Francesa. Uma vencedora: atualmente o mundo inteiro saúda a saúde e os feitos fazendo um brinde com Veuve Clicquot.
P.S. – Eu não gosto de champanhe mas reconheço que sou absolutamente minoria. Talvez seja um hábito, contra a maioria sou ateu, jamais à toa. Prosit!
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