Devo o tema deste artigo ao médico que me atendeu no início deste mês e, para não me deixar só em casa, já que minha esposa estava fora, insistiu, gentilmente, em me fazer companhia. Nome do médico: Dr. Wilson Marcos Wansaucheki que, bom de memória, recordou para mim algo que ouviu de outro especial amigo meu, o saudoso Athos Abilhoa. Eu lhe pedi, ditou e eu escrevi:
Veio alguém e bateu a porta
Recuei não quis abrir
Pensei que fosse a saudade
Que veio para me seguir
Bateu de novo, com mais força
Mas depois não insistiu
Desceu a escada em silêncio
E para sempre partiu
Partiu deixando na porta
Estas palavras fatais:
“Eu era a felicidade
E não voltarei jamais!”
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