A Europa ficou de prontidão e sua população tensa. O Reino Unido ficou com o nível máximo de alerta contra o terrorismo. Em Paris a Torre Eiffel teve que ser esvaziada pela ameaça de explosão de uma bomba, não confirmada. O chefe do M.I.5, serviço de inteligência do Reino Unido declarou alerta para a possibilidade de atentados terroristas em qualquer ponto do país. Seis varredores de rua foram presos em Londres e tiveram suas casas revistadas por serem muçulmanos e argelinos. Após três dias foram soltos.
Cidadão britânico com ascendência somali foi preso no aeroporto de Amsterdã quando embarcava para Uganda porque alguém disse à polícia que ele pretendia se juntar a terroristas na Somália.

Em menos de um mês policiais da Inglaterra e da Holanda prenderam nove pessoas sob suspeita de terrorismo. As prisões tiveram início em 30 de agosto quando um iemenita que mora nos EUA tentava viajar para seu país e a polícia desconfiou porque achou que suas roupas eram muito volumosas. Revistado foram encontrados 7 mil dólares, relógios, celulares e uma faca. Como não é ilegal portar isso foi liberado, mas perdeu a conexão para Chicago. Em Londres, no dia da chegada do Papa, a polícia prendeu cinco varredores de rua. A suspeita é que eles estariam disfarçados para assassinar o Papa. A história é que como seria difícil matar o Papa com uma bala por ele usar carro blindado, uma bomba daria conta do recado.

O clima de pânico deixa todos preocupados e em estado de tensão. De forma que qualquer alarme falso resulta em enorme tumulto. Isso agravado por um milhão de trabalhadores que entraram em greve protestando contra mudanças nas regras da previdência na França. Os sindicatos exigiram que o governo desista da ideia de aumentar a idade mínima de aposentadoria de 60 anos. O governo pretende alterar para 67 anos.

O governo está preocupado com o déficit da previdência, alegando que a França tem a menor idade mínima para aposentadoria.

A reforma foi aprovada por apenas um voto de diferença na Assembleia Nacional e depende ainda da votação do Senado, amanhã, dia 5 de outubro.