Não poucas vezes me espanto com novas marcas alcançadas por atletas dos mais variados esportes. Fiquei sabendo que uma jovem croata, Blanka Vlasic, assinalou novo recorde na disputa do salto em altura na cidade de Split (Croácia) na Copa Continental de Atletismo superando a marca da norte-americana Chaunté Howard-Lowe estabelecida no campeonato de Des Moines (Estados Unidos). No salto com vara o australiano Steven Hooker levou ouro com 5,95 metros. Salto triplo (complicado), Marian Oprea com 17,29 superou o cubano Alexis Capelo. Nos 3 mil metros venceu o americano Bernard Lagart. Na corrida com obstáculos David Oliver ganhou os 110 metros para os Estados Unidos vencendo o britânico Andrew Turner, um dos favoritos. A brasileira Fabiana Murer saltou 4,50 metros e ficou com o bronze. A russa Svetlana Feofanova (4,70) ouro, e a alemã Lisa Rysih (4,60) prata.

Vez por outra, cabeça no travesseiro, enquanto o sono não chega fico me perguntando se a capacidade humana não tem limites na competição esportiva. A cada passo uma nova marca, recorde na natação, no salto com vara, nas corridas, nos lançamentos e em quase todas as modalidades.

Eu sei, todos sabem que os recursos da medicina têm evoluído dando condições de aprimoramento físico, do qual alguns abusam arriscando a saúde, mas para isso também deve existir um limite. Certo que hoje não sabemos e como desconhecemos o que a ciência descobrirá no futuro é melhor nem se aventurar em emitir qualquer opinião.