Corrida-para-o-mar foi o nome dado ao conjunto de operações que, de 18 de setembro a 15 de novembro de 1914, se seguiram à batalha de Marne e marcaram a derrota do plano alemão cujo objetivo era alcançar as margens do passo de Calais. Graças, entretanto ao esforço das tropas aliadas comandadas pelo general Foch e frente ocidental foi estabilizada até o mar.
Ocorre na guerra de 1914, infelizmente não a última pois mais adiante surgiu a figura de Adolf Hitler, com a ambição de conquista o mundo e ser o “fuerer” da terra provocando a maior guerra da nossa história.
Vamos, todavia, recordar melhores temas. Exemplo: viagens. Como é bom viajar. Conhecer novos lugares, fazer amizades internaciionais, visitar obras clássicas e históricas, museus maravilhosos (passar todo um dia no Museu do Louvre), hospedar-se me hotéis não muito caros mas confortáveis, o mesmo em restaurantes com alguns pontos indispensáveis. Exemplo: em Roma, não deixe de visitar o Vaticano e jantar no restaurante do Alfredo, ah!… que fettuccine saboroso. Não muito barato, mas também, querem o que? Na vida a gente precisa trabalhar, ainda que duramente e saber fazer uma economia para viver momentos de felicidade. É assim que a ida vale a pena. Certo que nem sempre é fácil e às vezes até depende de nascer em berço privilegiado ou encontrar a sorte em algum momento.
E daí? Economia feita, plano na cabeça, combinado com a esposa ou a namorada e, viajar para onde? É difícil opinar, pois sabe-se que há gostos diferentes em cada personalidade. Mas, com base no meu relativo conhecimento e meu gosto que creio ser dos melhores, vou arriscar. Primeiro lugar: Veneza. Lugar diferenciado, belo e incomparável. É ver para crer. Segundo lugar: Monte Carlos, ou mais precisamente Principado de Mônaco, um pequeno paraíso na terra e se não lhe importar o preço hospedar-se no Hotel de Paris. Você vai entrar e vai ser difícil querer sair. A não ser para ir ao cassino e voltar e, lógico, arriscar. Foi, aliás, a única vez que ganhei jogando. Curiosidade. Estava encostado à mesa quando o “croupier” jogou a bolinha na roleta e ela caiu. Eu juntei-a e a devolvi e apostei, sei lá por que, no número 2. Gente, deu pleno. Ganhei para pagar a minha estada e ainda comprar algo para mim e presente a familiares e amigos. Bons tempos em que o euro não era moeda de referência e a gente se defendia satisfatoriamente com o tal de dólar. Notaram que não falei nas principais capitais, aquelas mais procuradas atualmente pelo turismo. Madri, Paris, Roma e Lisboa onde sempre somos recebidos com fidalguia e temos facilidade maior de comunicação. Confesso, todavia, grande paixão pela Espanha. Uma espécie de “segunda pátria”. Nem tanto por Madri mas por Granada e Málaga, ah, a beleza da mulher malagueña e o contagiante bailado das bailarinas espanholas.
P.S.- É complexo opinar sobre locais para conhecer pois cada um fala por seu coração e seus sonhos. Como quer que seja. Faça uma poupança, escolha o roteiro de sua preferência a feliz viagem. Viva a vida!
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