Não poucas vezes sinto-me intrigado quando recebo a notícia do furto ou do roubo (sim, são delitos diferenciados) de alguns objetivos que para o ladrão não teriam mínima utilidade e cuja venda, sem conhecimento, nem sempre é fácil. Por exemplo: uma tela, pintura histórica e valiosa que eventualmente algum espertalhão surrupia de uma rica igreja ou de um museu. E depois. Para ele que não gosta de arte, desconhece o assunto e ao menos sabe do seu exato valor, que fazer. Difícil e mesmo estranho. Essas iniciais considerações é para chegar à conclusão que foi a minha depois de meditar um pouco sobre a questão.

Primeiro vou esclarecer sobre o furto, que acontece quando algum esperto ou mal intencionado, vebi gratia, vai visitá-lo, gosta de algum objeto e enquanto você pede licença para dar uma chegada ao banheiro, ele silenciosamente põe algo no bolso.

Agora, voltando ao tema. Alguém se arriscaria a penetrar num lugar respeitado e sagrado como a Igreja e furta um objeto do qual mal sabe o valor e sua importância? Afinal quem furta algo de que nada vale para si? Certamente por encomenda de alguém que está no mercado, conhece o valor da peça e pretende ganhar com este comércio ilegal. Infelizmente, parece que esta prática vem aumentando e dilapidando com o patrimônio histórico nacional.