1. Ciclo-elétrico. Sim, está aí o apelido do novo veículo que passaremos a usar ou, ao menos, veremos circulando pelas ruas. Que bicho é esse? Ciclo-elétrico será a bicicleta elétrica. A novidade apareceu na Resolução nº 315 do Contran para veículos cujo motor elétrico não tenha mais do que 4 kw e não ultrapasse 50 km por hora. Como não ignoram (acredito) os motoristas até 1998, quando passou a vigorar o Código de Trânsito, era considerado ciclomotor o veículo de duas ou três rodas que além de não poder ultrapassar 50 km por hora não podia ter mais do que 50 cilindradas e pedais auxiliares. Isso ao tempo em que jovens acima de 14 anos foram autorizados a dirigir esses veículos.
2. Nos primeiros meses de 2010 os ministros da República gastaram um milhão e duzentos mil reais em viagens nacionais e internacionais. Primeiro lugar a ministra do Meio Ambiente Isabela Teixeira que passou mais de 50 dias fora do Brasil ao custo de 65 mil reais em diárias. A seguir o ministro da Pesca, Altemir Gregolin, que para “pescar” no exterior gastou 62,3 mil reais sem contar a viagem que fazia, à época da divulgação da notícia, a Roma para uma reunião da FAO e um giro de 16 dias: Tailândia, China e Coréia, além de Cancun na 16ª Conferência da Convenção das Mudanças Climáticas. Em 2009 foram pagos aos ministros 8.557 mil em diárias afora o primeiro semestre já que a diária foi instituída em julho após a imprensa haver denunciado irregularidades no uso dos chamados cartões corporativos. O ministro de Turismo, a propósito, Luiz Barreto, é o terceiro colocado. Ele esteve na Alemanha, EUA, Rússia, Catar, Inglaterra, Uruguai, Chile, Itália, Turquia, Jordânia e Israel. Ou a informação está equivocada ou o ministro Luiz Barreto levou lanche de casa…
3. Joe Jackson, pai de Michael, esteve em S. Paulo e falou à imprensa: “Eu quero fazer justiça. Michael era artista reconhecido em todo o mundo e creio que todos seus fãs também querem justiça. Sempre fiz tudo por ele, ele nunca foi preso, não usou droga, não passou fome, sempre esteve próximo da família que dele tinha orgulho. A crítica nos acusa de termos lucro com sua morte. Mas quem lucrou com a morte de Elvis Presley ou John Lennon? Suas famílias pois é seu direito.”
Detalhe: O livro sobre Michael saiu com um milhão de exemplares vendidos em quatro meses. O sucesso se deve ao fato de a editora ter anunciado que o livro revelaria fatos que mostrariam que o rei do Pop teria sido assassinado e desvendaria o lado maligno da indústria do entretenimento. Evidente que a procura teria que ser enorme.
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