A cabo de ler um livro interessante e de grande valia cultural, razão pela qual recomendo-o notadamente para aqueles que ainda estão estudando. Seu título: 100 autores que mudaram a história do mundo. Autor, não, autora: Christine N. Perkins, de quem procurei e não encontrei informações pessoais. Título original: 100 authors who shaped world history. Tradução da carioca Marise Chinetti de Barros. A obra tem 226 páginas (Editorial Prestígio) e reputo interessante tornar público essa lista que não é lista qualquer, pois, nasce em Homero e chega aos nossos dias.

Aqui está, portanto, o panteão: Homero, nascido presumivelmente no ano 850 antes da era cristã, Esopo, Virgílio, Li Po, Omar Khayam, Dante Alighieri, Giovani Boccaccio, François Rabelais, Luiz de Camões, Miguel de Cervantes, Christopher Marlowe, William Shakespeare, Daniel Defoe, Jonathan Swift, Voltaire (um dos meus preferidos!), William Blake, Robert Burns, William wordsworth, Sir Walter Scott, os irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, Victor Hugo (sempre na minha agenda), Nathaniel Hawthorwe, George Sand, nome da escritora Aurore Dupin, Ralph Waldo Emerson, Edgard Allan Poe (um dos que nos ensinavam no ginásio), Alfred Tennyson, Charles Dickens (quem não o leu?), Charlote Bronte, Harriet Beecher Stowe, Henry David Thoreau (que tardei em descobrir), George Eliot (Mary Ann Evans), Walt Whitman, Herman Melville, Fiodor Dostoiévski, Júlio Verne, Leon Nikolaiewitch Tolstoi, Emily Elizabeth Dickinson, Lewis Carrol, Mark Twain, Machado de Assis (afinal um grande patrício!), Thomas Hardy, Robert Louis Stevenson, Oscar Wilde, Lyman Frank Baum, Joseph Conrad, Sir Arthur Conan Doyle, O. Henry (Willian Sidney Porter), Rudyard Kipling (If…), William Butler Yeats, H.G. Wells, Laura Ingails Wilder, Robert Frost, Gertrude Stein, W. Somerset Maughan, Edgard Rice Burroughs, Hermann Hesse, Virginia Wolff (alguém ainda tem medo?), James Joyce (um dos maiores!), D.H. Lawrence, Sinclair Lewis, Fernando Pessoa, T.S. Eliot, Agatha Christie (alguém já descobriu o criminoso?), Graciliano Ramos, Pearl Buck, Mário de Andrade, Dashiel Hammett, Aldous Huxley, F. Scott Fitzgerald, William Faulkner, Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, Carlos Drummond de Andrade, John Steinbeck, George Orwell, Pablo Neruda (Ricardo Reys Basoalto), Isaac B. Singer, Érico Veríssimo, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Clarice Lispector, José Saramago, Kurt Vonnegut Jr., Gabriel García Márquez, Toni Morrison (Chloe Anthony Wofford), Mario Vargas Llosa, Joyce Carol Oates, Paul Theroux, Anne Rice, Erica Jong, Michael Chrichton, John Irving, Sam Shepard, Alice Walker, Stephen King e… número cem, Amy Tan, com rostinho de chinesa, mas nascida em Oakland (Califórnia) e vivendo em várias cidades americanas. Seu primeiro sucesso foi o livro O clube da felicidade e da sorte, best-seller lançado em 1989, mas antes, com oito anos de idade, já havia lançado What the library means to me (O que é a biblioteca para mim). O clube da felicidade e da sorte foi adaptado para o cinema, sendo ela autora do roteiro e co-produtora.

P.S. Danadinha essa Amy Tan…

Publicado no jornal “O Estado do Paraná”, 7/janeiro/2007