* Negócio da China: A folha de coca é plantada na Bolívia, Peru e Colômbia, passa por processo químico para se transformar em pó branco, o cloridrato de cocaína. Preço US$ 2 mil o quilo. É levada para o Paraguai, onde traficantes cariocas compram por US$ 3 mil. E no Rio de Janeiro chega a algumas favelas e passa a ser vendida por até US$ 5 mil, dependendo do “grau de pureza”, é… para gente fina!
* O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, repreendeu seu ministro da Saúde Hkuo Yanagisawa, mas as deputadas da oposição queriam a sua renúncia. Motivo: Durante um discurso para estimular as mulheres a terem mais filhos, ele simplesmente declarou: “O número de mulheres entre os 15 e 50 anos não varia. Como não varia o número de máquinas de fazer filho. O que pedimos é que cada uma faça o melhor que puder”. Em seguida, se desculpou. No ano passado, a taxa de natalidade no Japão foi de 1,26 filho por mulher. A taxa para manter uma população estável é de 2,1.
* Negócio milionário: Foi vendido na última semana um terreno de 12 mil metros quadrados, onde? Precisamente na Avenida Paulista, esquina com Rua Pamplona, local da antiga mansão do conde Francisco Matarazzo. Esse imóvel estava à venda há dez anos, mas a briga entre cinco herdeiros da família dificultava a operação. Um grupo português arrematou por R$ 180 milhões.
* Um programa de televisão da Itália fez testes antidrogas com 10% dos deputados do País. Resultado: descobriu que um terço deles usava maconha ou cocaína. O governo chegou a proibir a reportagem na televisão, mas os jornais não perdoaram.
* Frase de Clodovil antes de tomar posse como deputado federal: “Eu só vim aprender o caminho da escola. Queria saber se venho com uma bolsa Louis Vuitton ou uma sacolinha das Casas da Banha”.
* Frase azeda de Anthony Garotinho, ex-governador do Rio: “Lula abraçou todas as práticas condenáveis de Fernando Henrique e acrescentou, de maneira deslavada e gigantesca, a corrupção”.
P.S. Quanto mais a humanidade se adianta no seu caminho, tanto mais ela sente a imensa necessidade do verdadeiro, do belo e do bom; nenhuma ciência satisfaz mais essa necessidade do que a história. (Césare Cantu em seu livro História universal).
Publicado no jornal “O Estado do Paraná”, 18/março/2007
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