Os arqueólogos belgas (não acredito, mas se existir segunda encarnação, que me dedicar a arqueologia. Acho fascinante) descobriram na Turquia, uma estátua de mármore que representava a imperatriz romana Faustina, a Velha. Esposa de Antonino Pio, ela testemunhou o auge do Império Romano. E, na mesma região, em 2007, arqueólogos encontraram gigantesca estátua de Adriano, pai adotivo e antecessor de Antonino Pio.
O Paquistão é distante país, localizado entre a Índia e o Afeganistão, que na fronteira Norte faz divisa com a Rússia e é dividido em duas partes. Paquistão Ocidental, 80 mil quilômetros quadrados, população de 45 milhões de habitantes e Paquistão Oriental, 150 mil quilômetros quadrados e 55 milhões de pessoas. Esse país está nas manchetes internacionais, uma delas informando que uma ofensiva do governo contra a força Taleban provocou uma fuga de mais de 500 mil habitantes. Para onde? Qualquer lugar. A ONU, acompanhando o drama, anunciou que se trata na história moderna da maior deslocação de massa humana. Além desse conflito o Paquistão enfrenta uma guerrilha na fronteira com a Índia. No fundo os confrontos têm origem religiosa. O Taleban distribuiu nota oficial exortando os muçulmanos a que se oponham até pela força a tentativa de conversão a outra religião, após a TV Al-Jazira noticiar que soldados americanos estavam distribuindo bíblias traduzidas em idiomas locais, o dari e o pashtun, línguas afegãs. O Taleban (Emirado Islâmico) apelou energicamente para que os mujahedin, estudiosos da religião monitorem a ação dos invasores para não permitir que ninguém propague religião que não a islâmica. E ainda que o Papa Bento XVI impeça a pregação do cristianismo no Afeganistão, com o alerta de que se não o fizer as consequências serão trágicas. Um vídeo exibido pela TV Al Jazira mostra um capitão dizendo para os soldados: “Nossas forças estão a caça de homens. Como cristãos estamos a caça de pessoas para Jesus”.
P.S.- No Afeganistão tentar (só tentar) converter alguém a outra religião é grave crime. Em 2006 um afegão que se converteu ao cristianismo foi condenado a morte. Diante da enorme repercussão internacional e da pressão de países ocidentais o governo “autorizou-o” a deixar o país.
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