Vocês não a conhecem ainda, nem ouviram falar em seus nomes? É a culpa do futebol. Apelidaram-nos de país do futebol em razão de tantos títulos conquistados – o recorde é nosso, acima da Itália, por enquanto – e, sejamos justos, devido a genialidade daquele menino que nasceu nas Minas Gerais e conquistou o mundo. Como é o nome dele mesmo? Edson. Só. Ah, Edson Arantes do Nascimento, mas esse é nome digno de um diplomata. Então vamos chamá-lo de Pelé. Que ganhou mais projeção do que imaginava. Verdade, ele está com fotografia e tudo (o que é raro) em nossa principal enciclopédia, a Delta Larouse. Vai lá no seu volume 9, página 5.214 e será possível vê-lo num texto que acredito ocupar quase cinquenta linhas, espaço que poucos merecem. Quem diria: de Três Corações para o Coração do Mundo.
Vamos, por agora, voltar nosso olhar para as mulheres. Acho incrível como ficamos longos tempos esquecendo de enaltecer os feitos alcançados pela nossa beleza feminina, aliás incomparável. Adoro aquela música que proclama “mulher brasileira em primeiro lugar”. Com mil perdões e minha admiração por Gina Lolobrígida (hummm!), Elizabeth Taylor, Sofia Loren, Silvana Mangano, Brigite Bardot (hummm) e a nossa brasileira apesar das duas polegadas que a fizeram perder o concurso de Miss Universo, Martha Rocha. Cheguei a não acreditar. Ou esses jurados não entendem de concurso feminino ou não sabem avaliar a beleza de uma mulher. Duas polegadas a mais?… Que fossem três ou mais. Será que todo jurado adora manequim, mulher de pele e osso, esse julgamento que leva lindas mulheres a fazer regime alimentar, passar fome e até chegar à morte, como já aconteceu, sonhando com um título de beleza? Comigo não. Prefiro a mais cheinha, quando se pega a mão não para no osso e, naturalmente com alguma beleza facial. Estamos de acordo. Se não, podemos discutir. Afinal é tema agradável e fascinante e, está entre aqueles que para nós da calçada masculina não perdeu e jamais deixará de perder o interesse. Viva B.B, viva Lolô e todas elas, sem as quais nossa vida não teria a mínima graça. Viva a nossa mulher… e, com maior respeito, a dos outros também.
Mas viva Talita, viva Maria Elisa que na areia da simpática cidade de Marselha. Nós somos habituados a visitar cidades, a França, no entanto, é dividida em Departamentos em lugar dos nossos Estados, e lá estão os Alpes, Loire, Morne, Cote d’Or, Savoie, Nievre, Cotes Du Nord e tantos outros. Com a capital que atrai gente de todos os canto da terra. Paris. Não chega a ser meu passeio preferido, mas guardo inesquecíveis momentos, especialmente da noite nos tradicionais bairros da capital. Numa boate, sempre lembro, fui dançar com uma francesa, menina da casa vestida sumariamente e ela pediu que apertasse uma espécie de botão. Atendi e o soutien caiu. Não lembro de que cor fiquei, mas constrangido olhei para minha querida Rose Marie que, sorrindo, me aliviou, pois a culpa não era minha. Logicamente adorei, mas fui surpreendido e tive que me conter para não dar vexame. Para os homens é fácil imaginar qual teria sido. Temo que acabaria expulso (não sei qual o limite dos costumes franceses que dizem ser os mais liberais) ou sofrer outra consequência. A gente quando se transforma em turista é outra pessoa. Gasta mais, compra de tudo e faz coisas que normalmente jamais faria. Faz parte da vida. E estou certo que não apenas da minha. D’accord et alors, adieu e au revoir.
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