Em acordo com relato da insuspeita Anistia Internacional, recentemente tornado público, o mundo vem de tomar conhecimento de que a Coréia do Norte é um país de crianças raquíticas e famintas que chegam a comer plantas de qualquer espécie, algumas até venenosas de inclusive ração de porcos. Todos sabemos que uma pessoa é capaz de comer qualquer coisa. Só uma grave doença é pior do que a fome ou a sede.
A mesma denúncia revela que amputações são realizadas sem anestesia e os poucos médicos recebem pagamento em cigarro. A Anistia Internacional, organização que vem prestando relevantes serviços em defesa do bem estar da humanidade, acusou o regime de Pyongyang de negligência (só?) e fez um veemente apelo a comunidade internacional para uma imediata intervenção no país para impedir que ali acabe se consumando desatre humano equivalente a uma grande guerra perdida.

Relevante esclarecer que o regime vigente na Coréia do Norte é o velho e conhecido comunista. Velho conhecido já experimentado, curiosamente nascido de uma cabeça inteligente, Karl Marx, mas comprovadamente fracassado e fatal, inobstante ainda existam aqueles que, aqui ou alhures, pretendam insistir em implantá-lo. Parece incrível que ainda existam nações que o adotem, naturalmente imposto por regime tirano, ditatorial, absurdo e incompatível com a vida moderna. Aliás, há pouco tempo, se minha fraca memória não me engana, lembro-me de ter sabido de alguém ou algum movimento defendendo a implantação do partido comunista no Brasil. Lunática ideia, possível de surgir na cabeça de ignorantes ou mal intencionados. Tenho para mim que se o próprio Marx vivesse no tempo presente, jamais teria desejo em implantar esse regime que deve remontar à Idade da Pedra.

Creio mesmo que até o até pouco tempo respeitado regime imperial, de reis e rainhas já se vai tornando um filme do tempo de cinema mudo. Do qual aliás, sentimos falta apenas do gênio de Charles Chaplin.