Acredito que a maioria já percebeu a jogada política. Mister Luiz Inácio está apostando todas as fichas em Dilma Rousseff sem dúvida pensando no seu futuro. É fácil entender, quem não gosta do poder, da fama e vantagens que ele oferece? Lula governou pouco e viajou muito, conheceu países que jamais havia ouvido falar, apertou mão de reis e príncipes, sentou à mesa com rainhas, chegou a ser cogitado para integrar a ONU. Isso é sentir-se no paraíso e, repentinamente deixar o paraíso não é fácil de engolir. Vai daí que elegendo Dilma, Lula se sentirá esperançoso de em seguida voltar à Presidência, confiando que sei ibope não baixará. Na verdade chegou (para mim inexplicavelmente!) a nível tão elevado que pode até cair que haverá votos de sobre para seu retorno.
Aí reside a resposta a quem quer saber como é que dona Dilma faz uma campanha com jatinhos cruzando o país, assessores em remunerados e uma gastança milionária de uma campanha pelo Brasil afora.

Será que desta vez que vamos ser chefiados por uma voz feminina? Nada contra. Estou sempre ao lado delas e sempre delas necessitando. E guardo a impressão de que as duas mulheres que concorreram nesta campanha (além de Dilma, a Marina) me parecem ser competentes. Verdade que, por ora tecnicamente, porquanto presidir uma nação como o nosso Brasil brasileiro, de tamanho desproporcional, com problemas montanhosos, não é tarefa para cérebros comuns.

Por mim sou cético, não espero milagres, mas sonho ardentemente em que a futura administração consiga fazer apenas algo que me parece fundamental: acabar com o analfabetismo! Não consigo conformar-me em que nos dias presentes ainda tenhamos pessoas que não saibam ler e escrever. Para mim um delito governamental, INACEITÁVEL. Daria tudo para que esse sonho se transformasse em realidade. Demais problemas podem esperar. Este não…