Gosto de Curitiba. Sinto, de fato, que dificilmente me adaptaria viver em outra cidade. Mesmo na mais bela cidade do mundo que, acredito ser praticamente unanimidade se chama Rio de Janeiro.
Gosto tanto da chamada Cidade Maravilhosa que cheguei a comprar um apartamento lá. Bom negócio, ao tempo em que eu dispunha de alguma “quirera” para investir. Enquanto familiares e amigos compravam em nossas “sofridas praias” e outros nas mais agradáveis além Sul, eu não resisti ao encanto do Rio e tive oportunidade de adquirir um belo apartamento na Rua Barão da Torre, 47, em Ipanema, ao tempo e creio ainda hoje, o metro quadrado mais caro do Brasil. Há pouco fiquei sabendo que nossa vizinha Balneário Camboriú está chegando perto. Estou convencido, todavia, que, podendo, é importante ter um lugar a beira-mar para nem tanto para se jogar ao mar, as vezes revolto e perigoso, mas para ficar “giboiando”.
Dizia que gosto de Curitiba. Discordo porém de meu querido irmão Elias que outro dia me disse que Curitiba tem o melhor clima do mundo. Temperado, não aquela monotonia do permanente calor, um dia quente, outro ameno, o seguinte frio e de quando em quando uma chuvinha. Felizmente não sofremos aqueles tais tufões, furacões ou aquele dragão que apelidaram como? Ah, sim, tsunami. Sou favorável a um clima com menos intempéries, prefiro, ao contrário de Elias, a companhia do sol. Mas, apesar dele não ser tão assíduo em Curitiba, é por aqui que vou ficando…
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