Inicialmente havia imaginado sugerir livros para os interessados que, lastimavelmente, no Brasil não são muitos. E estou me referindo aqueles que sabem (e gostam!) de ler porquanto injustificadamente ainda abrigamos uma trista multidão de analfabetos, acredito que não por culpa própria e, sim, por falta de ação inteligente e prolongada do poder público.

Logo, contudo, percebi que cada leitor tem seus autores e temas preferidos, como acontece comigo.

Então recuei, mas não deixo de citar entre autores os que têm minha predileção.

Sem qualquer ordenação nem distinção de ração ou nãção, o que seria enfadonho: Homero, Dante, Machiavelli, aquele a quem devemos o adjetivo maquiavelismo, Beccaria, Mazzini, italianos, e ensaistas ingleses a exemplo de Francis Bacon, John Druden, Richard Steele, Joseph Addison, Samuel Johnson, David Hume, Oliver Goldschimith, William Hazlit, John Ruskin, Walter Horacio Pater e, entre tantos, outros, o sempre lembrado Tomas Carlyle.

Lenin, Tolstoi, Robes, Tácito, Engels, Humboldt, Tchekov, Voltaire (ele François Marie Arouet um dos meus favoritos), Goethe, Chateaubriand (não o fundador dos Diários Associados), o cérebro lusitanos Camões, W. Shakespeare, Ovídio, Horácio, Cícero, Cervantes, Xenofonte, Herculano e muitos outros, são tantos aos quais minha memória genuflexamente suplica perdão.

Vaidosamente sirvo-me da oportunidade para recomendar alguns livros de um jornalista metido a escritor de nome João Féder, nascido em Campo Largo, filho de emigrante árabe que se casou com filha de emigrantes italianos, ele Salomão Elias Féder, hoje homenageado com nome de rua na capital paranaense e de cujo feliz matrimônio, além do autor destas mal traçadas linhas nasceram meu irmão Elias, coxa-branca de carteirinha, cidadão de Mariópolis, cidade do Sudoeste paranaense fundada por seu sogro Mário Fontana (daí a origem do nome), quando o Sudoeste araucariano era solo de ninguém e terra distante e desconhecida, hoje região próspera que não cessa de progredir – a exemplo das demais cidades da terra dos pinheirais; e minhas irmãos Lysete e Jamile.