Prisão é, de per si uma palavra feia, quase um palavrão cuja pronúncia já ofende nossos ouvidos. Mas, lastimavelmente, ainda está presente no moderno mundo, aqui, ali, acolá. Notadamente nas prisões. Estou reclamando e acusando as nossas, mas não ignoro que nos demais países também e, com rigor maior, naquelas nações que ainda tem a infelicidade de desmerecer um governo ditatorial. Os insuportáveis ditadores, a quem falta a coragem para consultar a vontade soberana do pobre e as vezes deslembrando do povo, são os campeões desse malfadado comportamento.
Prisão já é um castigo. Quiçá, pior deles, pois nada nos faz mais falta do que a liberdade. Direito inato, independentemente de tudo e um dos mais valiosos para o ser humano viver em paz e com felicidade, liberdade sagrada e garantida em praticamente todas as constituições e com todas as letras, mas nem por isso sempre assegurada ou menos assegurada em determinadas nações. Estou entre aqueles que se não cansam em lutar pela liberdade e defendê-la perenemente. Lógico que estou sempre pensando em proteger a minha liberdade e a dos meus entes queridos e mais próximos, na verdade de todos pois todos dela são merecedores, todos chamados filhos do mesmo Deus. Volto a invocar o nome de Deus, logo eu com meu estranho ateísmo. Pode ser mesmo um erro, reconheço que posso estar equivocado, mas prefiro esses defeitos a passar por mentiroso.
O sentimento que igualmente me leva a condenar a tortura nas prisões. Nada contra a punição. Quem comete um delito por culpa ou dolorosamente, por culpa aquele que mata sem a intenção, a exemplo de um acidente automobilístico ou outro qualquer, com dolo aquele que tem efetivamente a intenção de matar. Não estou escrevendo para os advogados ou conhecedores da matéria, mas para o estimado povo que, eventualmente, dedica parte do seu precioso tempo “lendo minhas mal traçadas linhas”. Tortura, minha gente, jamais, nem nas prisões, muito menos nas famílias, onde por vezes ainda ocorrem, ou seja em qualquer ponto deste mundo cada vez mais moderno e, com justiça bem aplicada, certamente mais feliz.
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