Não faz muito tempo todos os olhos do mundo estavam voltados para o Japão. Japão, no original Nippon. Nãção insular do extremo oriente, separado do continente asiático pelo chamado mar do Japão, banhado a este pelo Pacífico com 370 mil km², mais de 120 milhões de habitantes, tendo Tóquio como capital extremamente movimentada e com duas religiões: budismo e xintoísmo. País com várias ilhas, as principais Honshu no centro, Hoddaiko no norte e no sul duas: Shikoku e Kyushu. O chefe da nação é responsável perante a Dieta (parlamento) formado por uma câmara de representantes, eleitos por quatro anos, e uma de conselheiros de primogentura masculina. Dilma não teria chanche. A divisão nacional unifica nada menos do que 1.042 ilhas. Há série de planícies de Teshio e Sapporo, do cabo Shiriya à baía de Sendai emoldurada por antigo maciço. O relevo montanhoso e a insularidade modificam suas características. O verão provoca muita chuva, com mais de mil mm de precipitações atmosféricas. O inverno é diminuto pois ventos continentais evitam maior chegada ao Japão, dando origem a temperaturas divergentes. Magnólias e canfoeiros elevam-se acima da vegetação normal, entre bananeiras e palmeiras. Ao norte floresta de folhas chamadas caducas (carvalho, castanheira, bétula, ácer e faia), enquanto as coníferas cobrem os mais elevados relevos. A densidade média japonesa está em aproximadamente 260 habitantes por km². E há nada menos do que seis cidades com população superando a casa do milhão: Tokyo, Nagoya, Yokohama, Kyoto, Kobe e Osaka. Uma enorme extensão montanhosa prejudica a área de terra própria para cultura e exige exploração máxima do solo. A cultura oferece o aspecto de jardinagem. Só a experiência, a multiplicidade de abubos (químicos e naturais), a racional seleção de cultura, a irrigação e a capacidade japonesa garantem elevado rendimento. O centro e o sul do Japão fornecem duas colheitas de arroz por ano. E sabemos como eles gostam de arroz. Ao lado dos arrozais há plantações de legumes, algodão, cana de açúcar e tabaco. Nos pontos elevados e campos, laranja, damasco, ameixa, pêssego e a melhor… cereja! Mas nos declives das colinas e partes médias das montanhas amoreiras e chá. Sua produção agrícola, porém, não é suficiente, a fome nacional é maior, inobstante a produção de arroz ultrapasse o exagero de 17 milhões de toneladas (terceiro lugar mundial). Já a pesca é bom complemento à mesa. Sardinha, bacalhau, arenque e atum chegam a 7 milhões de toneladas. Japão primeiro lugar. Segundo? Peru e ali pertinho. A cultura comercial é de segunda relevância, afora o chá que chega ao quarto lugar no mundo.