Alguém já leu o “Manifesto Comunista” texto redigido por Karl Marx e Friederich Engels que serviu de “biblía” (com o perdão da comparação tão antagônica!) a todos os países que se iludiram com a ideia de que um governo tirânico e totalitário seria o camino para melhorar a vida de um povo?

Pois bem, tudo começou em Londres em novembro de 1847. O Congresso da Liga dos Comunistas, associação operária internacional, designa Mark e Engels para a redação de um programa detalhado para a instituição de um novo partido. E ambos produziram uma peça que ganhou os ares do mundo, abalou a consciência, alterou regimes governamentais e passou a ser “vendida” como a solução para a felicidade geral da humanidade. Adotado pela então poderosa URSS que exercia domínio pela força sobre algumas nações a estas foi aplicado. Cada feito alcançado em qualquer ponto pintado de vermelho era decantado como milagre comunista. E no Brasil Luiz Carlos Prestes, cidadão sério e bem intencionado também se deixou iludir aventurando-se a implantá-lo em nosso solo. Não preciso recontar o que aconteceu. Como, pouco a pouco foi se repetindo aqui e acolá.

Sou suspeito. Tenho horror ao comunismo como a qualquer governo que retire do povo um direito que é seu não por concessão oficial, mas como direito natural, que o acompanha desde o momento em que adquire conhecimento e o direito de pensar. Pensar livremente como alegre andorinha que flutua no ar cantando sua vida. Ou, a propósito, como aquela andorinha que durante um enorme incêndio, mergulhava na água e voava sobre o fogo balançando as asas fazendo pingar pequenas gotas. O que fez um metido gavião dela se aproximar dizendo: Que é isso? Ficou louca? Está perdendo tempo. Ao que a andorinha, ainda mais feliz respondeu-lhe: Você está enganado. Eu estou fazendo a minha parte. Dando o melhor que eu posso…